terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
O GRANDE AMOR DE DEUS
Para entender inteiramente todas as diferentes facetas do amor ,nós devemos falar sobre dois tipos de amor:o tipo divino de amor e o amor do homem.
O amor do homem falha ,desiste ;mas o amor de Deus não.O amor do homem é finito ,chega a um fim; mas o amor de Deus é infinito e eterno .O amor do homem é dependente de comportamentos e circunstâncias favoráveis ; o amor de Deus não.As pessoas colocam condições em seu amor,mas o amor de Deus é incondicional.
JOYCE MEYER
Para entender inteiramente todas as diferentes facetas do amor ,nós devemos falar sobre dois tipos de amor:o tipo divino de amor e o amor do homem.
O amor do homem falha ,desiste ;mas o amor de Deus não.O amor do homem é finito ,chega a um fim; mas o amor de Deus é infinito e eterno .O amor do homem é dependente de comportamentos e circunstâncias favoráveis ; o amor de Deus não.As pessoas colocam condições em seu amor,mas o amor de Deus é incondicional.
JOYCE MEYER
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
ARMADILHAS QUE NOS SEPARAM DE DEUS
EVA ANDOU NA PRANCHA
“Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o Senhor Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-se a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comeres se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu” – Gênesis 3.1-6.
Podemos comparar a primeira tentação como o “andar na prancha de um navio pirata”: ao dar o último passo, a pessoa cai no mar e afunda para sempre.
A tentação de Eva por Satanás por ser conceitualizada em cinco passos.
Passos que podemos ver na tentação de Satanás aos crentes de nossos dias.
Passos que podemos ver na tentação de Satanás aos crentes de nossos dias.
1. Passo número 1: MAXIMIZAR A RESTRIÇÃO. O passo número 1 encontra-se no primeiro versículo. O hebraico pode ser parafraseado da seguinte forma: “Ora, a serpente era mais matreira do que qualquer criatura selvagem que o Senhor Deus tinha criado. Ela disse à mulher: É verdade que Deus proibiu vocês de comer de todas as árvores do jardim?”.
Qual é a dinâmica desta passagem? Por que Satanás fez tal pergunta? Obviamente ele sabia o que Deus havia dito a Adão e Eva, do contrário ele não poderia ter feito uma pergunta dessas. Além do mais, deliberadamente ele distorceu o que Deus havia dito: “É verdade que Deus proibiu vocês de comer de todas as árvores do jardim?”. O ardil de Satanás era óbvio: ele queria que Eva desviasse os olhos das coisas que Deus lhe havia dado para desfrutar, e os concentrasse na única coisa que Deus havia proibido. Com toda a probabilidade havia mil coisas agradáveis que Eva poderia ter feito no jardim, mas agora toda a sua atenção se concentrava na única coisa que ela não podia fazer. A este passo podemos chamar de maximizar a restrição.
2. Passo número 2: MINIMIZAR AS CONSEQÜÊNCIAS. Eva estava preparada para o próximo passo de Satanás.
Em resposta à declaração de Eva de que Deus disse que o comer do fruto da árvore resultaria em morte, Satanás declarou com atrevimento: “É certo que não morrereis”. Os resultados de tal ação realmente não seriam tão maus conforme Deus havia dito. A isto podemos chamar de minimizar as conseqüências do pecado. De dois modos Satanás minimizou tais conseqüências:
- Primeiro, dizendo a Eva que as conseqüências do pecado não seriam tão más como foram declaradas; e,
- Segundo, finalmente concentrando a atenção da mulher sobre a árvore, de modo tão completo, que ela se esqueceu inteiramente das conseqüências (v. 6).
3. Passo número 3: DAR NOVO RÓTULO À AÇÃO. O terceiro passo que Satanás deu podia chamar-se de dar novo rótulo à ação.
No versículo 5 ele diz: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.” Aqui Satanás lançou a suspeita na mente de Eva de que não porque o fruto da árvore fizesse mal a ela que Deus havia proibido comê-lo, mas porque ele não desejava que ela fosse igual a ele.
Satanás foi hábil em tentar remover sua tentação da categoria de pecado, dando-lhe um novo rótulo. Neste caso particular, o comer do fruto foi rerrotulado como um modo de ampliar a consciência, o conhecimento de Eva. Ela se tornaria uma pessoa mais completa se o experimentasse. Antes disto Eva havia pensado no ato como desobediência: agora ela o vê como uma necessidade, se quiser tornar-se uma pessoa completa e madura.
4. Passo número 4: MISTURAR O BEM COM O MAL.
Satanás não perdeu um instante sequer para acrescentar outro aspecto à sua tentação, aspecto que se pode chamar de misturar o bem com o mal. O versículo 6 dia: “Vendo a mulher que a árvore era agradável...” A isto poderíamos, também, dar o nome de misturar o pecado com a beleza.
A tentação muitas vezes vem na forma de algo belo, algo que apela para nossos sentidos e desejos. Com freqüência é necessário pensar duas vezes antes de percebermos que um objeto ou um alvo belo na realidade é um pecado disfarçado. Neste incidente Eva falhou em discriminar entre o bonito pacote e seu conteúdo pecaminoso.
5. Passo número 5: MÁ INTERPRETAÇÃO DAS IMPLICAÇÕES. Finalmente Eva deu o último passo: a narrativa diz que ela viu “que a árvore era... desejável para dar entendimento”. Em essência, ela engoliu a mentira do diabo. Este passo pode denominar-se má interpretação das implicações.
Com efeito, ao aceitar a declaração de Satanás, Eva estava chamando a Deus de mentiroso, muito embora ela não tivesse percebido tais implicações. Ela aceitou a Satanás como verdadeiro e a Deus como mentiroso: ao comer do fruto ela estava implicitamente afirmando sua crença em que Satanás estava mais interessado no bem-estar dela do que Deus. O render-se à tentação implicava que ele aceitava a análise de Satanás concernente à situação e não a de Deus.
APLICAÇÃOMuitas das mesmas dinâmicas da tentação de Eva estão presentes em algumas das tentações com que Satanás ataca o crente hoje. Com apenas ligeira introspecção, podemos encontrar, com freqüência, suas táticas de:
- Maximizar as restrições;
- Minimizar as conseqüências;
- Dar novo rótulo à ação; e,
- Misturar o bem com o mal (ou, misturar o pecado com a beleza).
SEM LENHA O FOGO SE APAGA
SEM LENHA O FOGO SE APAGA
"Sem lenha o fogo se apaga;
e não havendo difamador, cessa a contenda".Provérbios 26.20.
e não havendo difamador, cessa a contenda".Provérbios 26.20.
Este verso bíblico descreve uma grande verdade: se as pessoas pararem de "por lenha na fogueira", a contenda acaba.
Este princípio, o "Princípio da Fogueira", aplica-se também à vida espiritual.
Quando uma pessoa tem uma experiência real com Jesus Cristo, algo como que um fogo de Deus invade o seu coração. Ela se sente revivida, renovada, animada, inspirada, pronta para qualquer desafio. É capaz de vencer antigas barreiras, vícios, problemas.
Quando uma pessoa tem uma experiência real com Jesus Cristo, algo como que um fogo de Deus invade o seu coração. Ela se sente revivida, renovada, animada, inspirada, pronta para qualquer desafio. É capaz de vencer antigas barreiras, vícios, problemas.
No entanto, depois de algum tempo, podemos perceber que este fogo se apaga em alguns crentes. O quê houve? Faltou alimentar o fogo de Deus.
O cristão, então, torna-se morno, indiferente, infeliz.
Qual seria o combustível da vida cristã, capaz de manter a chama acesa? O que mantém o fogo de Deus no coração do cristão são certas práticas diárias. Simples, porém, poderosas. Vamos chamá-las de GRAVETOS.
1. O Graveto da Oração
Orai sem cessar, dizem as Escrituras.
Mateus 26.41; I Tessalonicenses 5.17; Tiago 5.16.
Orai sem cessar, dizem as Escrituras.
Mateus 26.41; I Tessalonicenses 5.17; Tiago 5.16.
2. O Graveto da Leitura Bíblica Examinai as Escrituras, disse Jesus.
João 5.39; Mateus 22.29; Efésios 6.17.
João 5.39; Mateus 22.29; Efésios 6.17.
3. O Graveto da Convivência Cristã
Não abandonei a vossa congregação, disse o apóstolo.
Hebreus 10.25; João 13.34-35; Romanos 12.9-17.
Não abandonei a vossa congregação, disse o apóstolo.
Hebreus 10.25; João 13.34-35; Romanos 12.9-17.
4. O Graveto do Testemunho Pessoal
E sereis minhas testemunhas, disse Jesus.
Atos 1.8; Mateus 28.19-20; Marcos 16.15-16.
E sereis minhas testemunhas, disse Jesus.
Atos 1.8; Mateus 28.19-20; Marcos 16.15-16.
O cristão bem informado vê a Oração, a Leitura Bíblica, a Convivência Cristã e o Testemunho Pessoal como privilégios, e não como deveres de casa.
Ele sabe que sua oração é ouvida por Deus porque Jesus Cristo morreu numa cruz em seu lugar; que muitos dedicaram suas vidas para que as Escrituras chegassem às suas mãos; que a Convivência Cristã permite-lhe realizar para Deus obras que jamais conseguiria sozinho e que o seu Testemunho Pessoal, além de salvar vidas, contribui para a sua própria edificação e fortalecimento da Igreja.
Irmão, mantenha a chama acesa.
Lembre-se: Sem lenha, o fogo se apaga.
Lembre-se: Sem lenha, o fogo se apaga.
Autor: Pr Franco
terça-feira, 3 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
Jesus não veio para nos dá formulas para solucionar nossos problemas.Veio para criar uma nova mentalidade, gerar uma mudança de pensamentos.
Cada um de nós é chamado para ser especialistas em mudanças .As dificuldades que enfrentamos em nossa caminhada são a maior prova que temos das nossas mudanças e estamos aqui para isso .Cada um de nós tem dentro de si a força de mudar as coisas .
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